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Prática de automedicação

14/12/2010

80 milhões de pessoas são adeptas

A dor exerce um impacto tão grande em uma pessoa que, muitas vezes, a leva a automedicação. Considerando que a dor dente é uma das mais prevalentes entre a população e também uma das mais incômodas, a equipe da Faculdade de Odontologia da Universidade do Estado de Pernambuco resolveu avaliar os fatores associados à automedicação relacionados à dor de dente, de modo a contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população.

Para tanto, os pesquisadores analisaram o nível de conhecimento dos profissionais de farmácias do Recife (PE) sobre a automedicação relacionada à dor de dente. Foram entrevistados 179 profissionais em 120 estabelecimentos visitados. Os dados foram coletados através de questionário. De acordo com artigo publicado na edição de abril de 2008 da revista Ciência & Saúde Coletiva, “em países desenvolvidos, os rígidos controles estabelecidos pelas agências reguladoras e o crescente envolvimento dos farmacêuticos com orientação dos usuários de medicamentos tornam menos problemática a prática da automedicação. Já no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de pessoas são adeptas da automedicação”.

Os resultados mostram que 67,0% dos entrevistados atenderam pessoas que relataram dor facial nos últimos seis meses, sendo que 91,6% relataram dor de dente. Os especialistas observaram ainda que 83,7% dos homens e 73,3% das mulheres indicaram medicamentos sem prescrição.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Odontologia do Rio Grande do Sul (CRO/RS), Dr. Joaquim Cerveira, o significativo impacto da dor de dente na utilização de medicamentos reforça a necessidade de informar a população sobre o seu uso adequado. “Este trabalho demonstrou a importância de serem planejadas ações de promoção de saúde bucal que envolvam os profissionais da área de dispensação de medicamentos, pois dado a grande falta de acesso aos serviços odontológicos da população brasileira, principalmente entre os 20% mais pobres e que estão na faixa etária de 20-49 anos, estes profissionais podem se constituir em importantes agentes promotores da saúde bucal”, destacou.

Autor: Redação
Fonte: CRO/RS

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